Entidade nega maus tratos a deficiente
A Cagere - Casa Geriátrica de Repouso nega qualquer tipo de maus tratos contra o paciente Mariano Onesko. O presidente da entidade, Nivaldo Alexandre, informou que Mariano está na Cagere atendendo a uma ordem judicial e que lá ele tem acompanhamento de um médico clínico-geral, um psiquiatra, uma assistente social, e uma psicóloga.
Quanto aos ferimentos apresentados no rosto e que aparecem na foto enviada à Rádio Cidade pela irmã, Nivaldo disse que foram feitos pelo próprio Mariano, que é portador de deficiência mental e que, segundo laudo do médico Adail Japy Lira, o paciente apresenta distúrbio de comportamento. Por esse motivo, a necessidade de mantê-lo amarrado em um sofá ou em uma cama, parte do dia.
Nivaldo definiu uma briga familiar como culpada pela situação e que, agora, os parentes resolveram culpar a própria Cagere. O presidente da entidade disse que a família precisa chegar a um entendimento e não colocar em jogo a credibilidade de uma entidade que atua em Brusque há 25 anos.
Quanto à real capacidade da Casa Geriátrica - destinada a atender idosos, prestar esse tipo de atendimento à pessoa com deficiência mental e com distúrbio de comportamento, o presidente da Cagere garantiu que a casa é capacitada e que conta com o acompanhamento de várias entidades, como o Conselho Regional de Medicina, Conselho Regional de Enfermagem, Conselho do Estatuto do Idoso e secretaria da Assistência Social.
Nivaldo espera que a Justiça defina a situação.


